segunda-feira, 30 de abril de 2012

História do Rádio

Globo Repórter: A História do Rádio no Brasil. Rede Globo. Exibido em 22 de maio de 1983. Completo. Apresentação: Carlos Monforte; Narração: Berto Filho.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Sol Ar -2012


Conscientes da necessidade de criar mecanismos que estimulem a leitura e produção de texto dos nossos alunos, foi que criamos o Sol Ar Café e Cultura no ano de 2010, de modo a imprimir um novo mecanismo na vida escolar, estimulando o aperfeiçoamento da Língua Portuguesa,junto aos alunos, proporcionando uma maior ligação entre a escola, a família e o meio envolvente. Trabalhamos com temas do cotidiano do nosso aluno com atividades que que visam desenvolver nos estudantes habilidades de pesquisa, leitura e escrita. Professora : Maria LúciaFerreira (Professora mentora)

Tribuna do Estudante


Perfil do Jornal


O jornal Tribuna do Estudante tem como objetivo geral superar o baixo rendimento dos alunos, a partir da melhoria da leitura e da escrita, bem como estimular a expressão oral e produção textual. As matérias publicadas incluem tipos e gêneros textuais diferentes, presentes no convívio social e na vida do aluno: artigos de opinião, poesias, notícias, concursos, acrósticos, charges, dicas (saúde, esporte, trabalho, vivências), recados, bilhetes, cartas, crônicas, contos, diários, receitas, entrevistas, histórias em quadrinhos, resenhas (livros, filmes), adivinhações, charadas, desafios matemáticos etc.
O jornal é produção dos alunos do 8º ano, em grupo, com escolha de temas a partir do projeto bimestral da escola, que passa pela revisão do aluno juntamente com o professor da disciplina e o regente de laboratório e demais profissionais empenhados com o projeto. Como forma de divulgação e motivar nossos alunos além da postagem no blog do jornal serão apresentados em cópias A-3 impressas  e expostas em local visível da escola .
E talvez o mais importante: os alunos estão mais interessados e receptivos ao trabalho com o jornal. Para eles, o jornal é tudo de bom.
Esse é um projeto muito positivo que tem dado bons frutos à escola, pois oportuniza desenvolver um trabalho a partir das próprias ideias dos alunos, aproximando-os da leitura e da escrita. Outro grande diferencial é a diversificação na metodologia de trabalho em sala de aula devido à diversidade de textos que são explorados, possibilitando o desenvolvimento do senso crítico dos alunos. Os educandos atuam no Projeto, simultaneamente, como receptores e emissores dos jornais online. O professor além de mediador entre o aluno e as tecnologias digitais, também é um revisor de textos construídos pelos alunos.
Sugestões de atividades com o jornal escolar

• Apresentar vários jornais locais para que os alunos estabeleçam as semelhanças e diferenças na diagramação, primeira página, manchetes, leads e temáticas abordadas;
• Promover a comparação dos jornais locais com o jornal escolar;
• Solicitar a identificação dos principais elementos de uma notícia: O quê? Quem? Quando? Onde? Como? Por quê?
• Desenvolver a capacidade argumentativa e crítica do aluno, solicitando-lhe que concorde ou discorde de um texto ou notícia através de argumentos convincentes;
• Pedir que estabeleçam a distinção entre fato e opinião;
• Solicitar a enumeração das temáticas abordadas;
• Explicitar os tipos de texto e os gêneros textuais presentes no jornal escolar;
• Incentivar a produção de cartas do leitor ou artigos de opinião sobre um problema da comunidade escolar ou do entorno da escola para publicação em um jornal local.

PALAVRAS-CHAVE: jornal impresso, Internet, educação, tecnologias digitais, mídias.


sábado, 7 de abril de 2012

MLpoesia


      

                                                    

                                                       

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Fernando Pessoa

Fernando Pessoa: O amor, quando se revela... O amor, quan...
O amor, quando se revela...

O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer

Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

meus?
E as lágrimas não secaram com o sol que fez?

E agora como posso te esquecer?
Se o seu cheiro ainda está no travesseiro?
E o seu cabelo está enrolado no meu peito?

Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo

Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
e te beijar
de novo

E agora, como eu passo sem te ver?
Se o seu nome está gravado no
meu braço como um selo?
Nossos nomes que tem o N
como um elo

E agora como posso te perder?
Se o teu corpo ainda guarda o
meu prazer?
E o meu corpo está moldado
com o teu?
... in a special moment...

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Big Brother

*BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL.*
*Autor: Antonio Barreto, *Cordelista natural de Santa
Bárbara-BA, residente
em Salvador.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
 Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social

Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
 O que vocês tão querendo
É injetar o banal
 Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
 Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
 Nesse mar de palhaçadas.

 Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados

Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
 No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

MLpoesia





Poesia, sempre....


‎"É sempre assim que acontece – quando a gente se revela, 
os outros começam a nos desconhecer."


"O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado. 
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade ."

Clarice Lispector

Poesia, tem tudo haver ...



Sabe o que eu quero de verdade!? Jamais perder a sensibilidade, mesmo que às vezes ela arranhe um pouco a alma. Porque sem ela não poderia sentir a mim mesma"...
Sou inquieta e áspera e desesperançada.
Embora amor dentro de mim eu tenha.
Só que não sei usar amor. Às vezes me arranha como se fossem farpas.
Eu venho de uma longa saudade. Eu escondo de mim o meu fracasso..
Desisto. E tristemente coleciono frases de amor.
Em português é" Eu te amo".-Em francês -j'e t'aime'-
Em inglês-'I love you'.
Em italiano-'io t'amo'.Em espanhol-'yo te quiero'.
O que sinto não é traduzível.
Eu me expresso melhor pelo silêncio.
"Sou composta por urgências: minhas alegrias são intensas; minhas tristezas, absolutas. Me entupo de ausências, me esvazio de excessos. Eu não caibo no estreito, eu só vivo nos 
e
Clarice Lispector

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Clandestina Felicidade


Clandestina Felicidade
Gênero Ficção
Diretor Beto Normal, Marcelo Gomes
Elenco Luisa Phebo, Nathalia Corinthia, Luci Alcântara
Ano 1998
Duração 15 min
Cor P&B
Bitola 35mm
País Brasil
Local de Produção: PE
Fragmentos de infância, descoberta do mundo pelo olhar curioso, perplexo e profundo da criança-escritora Clarice Lispector.
Aplicabilidades
Disciplinas/Temas transversais: Artes, Língua Portuguesa, Literatura
Faixa Etária: Todas as idades
Nivel de Ensino: Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Ensino Médio
Pareceres Pedagógicos: sugestões de sequências de atividades consonantes com os Parâmetros Curriculares Nacionais
O uso de diferentes linguagens nos eixos da representação simbólica
Número de visualizações: 407
Disciplinas: Literatura, Língua Portuguesa, Artes
Nível de Ensino: Ensino Médio
Autor: Maria Elizabeth B. Almeida

Desfazendo o mito do livro como obrigação
Número de visualizações: 419
Disciplinas: Língua Portuguesa, Artes
Nível de Ensino: Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II
Autor: José Manuel Moran

Porta curtas-Bullying


Gênero Ficção
Diretor Marcelo Lordello
Elenco Alexandre Sampaio, Ana Claúdia, Caio Almeida, Jorge Queiroz, Lucas Glasner, Marília Mendes, Renata Roberta
Ano 2008
Duração 19 min
Cor Colorido
Bitola 35mm
País Brasil
Local de Produção: PE
Ficha Técnica
Produção Lívia de Melo Fotografia Roberto Iuri Roteiro Marcelo Lordello Som Direto Phelipe Costa Empresa(s) produtora(s) Trincheira Filmes Produção Executiva Marcelo Lordello, Alexandre Nogueira Montagem Marcelo Lordello Trilha Sonora Lucas Alencar

Fernando Pessoa

 Poemas de Fernando Pessoa

https://docs.google.com/document/pub?id=11jXsqSyJohOyqu44j8ylL8f7nTkHvkMYCtRd3aInt3E